02OUT

1º Oficina de Submissão de Artigos da Pará Research Medical Journal

Na oficina, os candidatos a submissão de artigos receberam informações de como evitar erros que tem sido comuns no momento da submissão desde falhas na redação do artigo, omissão de documentos obrigatórios, até a aprovação no comitê de ética, já que as pesquisas envolvem seres humanos”, esclareceu o Editor Chefe

http://www.santacasa.pa.gov.br/ensino/noticias/detalhe/?id=539

Pará Research Medical Journal
https://prmjournal.org/article/doi/10.4322/prmj.2018.006
Pará Research Medical Journal
Artigo de Pesquisa Medicina

Conhecimento de estudantes de medicina sobre o protocolo Spikes

Knowledge of medical students about the Spikes protocol

Denilson José Silva Feitosa Junior, Eduarda Sá Tabosa, Louise Vargas Polaro Franco, Eduardo Henrique Herbster Gouveia, Renan Kleber Costa Teixeira, José Antônio Cordero da Silva

Downloads: 1
Views: 724

Resumo

Objetivo: Avaliar o conhecimento de estudantes de medicina sobre o protocolo Spikes. Método: Foram feitas perguntas relativas às habilidades de comunicação, ao conhecimento do protocolo Spikes e questões sobre o próprio protocolo a estudantes de medicina do 3º, 4º e 5º ano de uma universidade pública. De acordo com a natureza das variáveis, foi realizado o teste Anova seguido do teste de Contingência em C. Resultados: Verificou-se que 73.75% dos alunos afirmaram o desconhecimento acerca do Spikes. O terceiro ano apresentou mais conhecimento do protocolo. Nenhum estudante do quarto ano afirmou ter tido contato com o protocolo e 18.75% do quinto ano apresentaram conhecimento acerca do mesmo. Conclusão: Os resultados permitem inferir que o 3º ano de medicina da Uepa foi o que recebeu, até hoje, o maior treinamento a nível de ensino formal, enquanto o 5º é o que mais aprendeu com a prática. Já o 4º ano apresenta deficiência nos dois aspectos sendo, inclusive, o ano em que nenhum dos entrevistados alegou ter conhecimento do protocolo Spikes.

Palavras-chave

estudantes de medicina; comunicação; revelação da verdade; ensino.

Abstract

Purpose: To evaluate the knowledge of medical students from a public University on the protocol. Methods: Questions asked were relating to communication skills, knowledge of the Spikes protocol and inquiries relating to the protocol itself, being done with students of the 3rd, 4th and 5th medicine year. According to the nature of the variables, the Anova test followed by the Contingency test in C were done. Results: It was found that 73.75% of students claimed ignorance about Spikes. The third year showed more knowledge about the protocol. No student of fourth year claimed to have had contact with the protocol and 18.75% of fifth year showed knowledge of it. Conclusion: The results allow us to infer that UEPA’s third year of medicine was the one that received the most training at the formal education level to date, while the 5th is the one that learned most from the practice. The fourth year is deficient in both aspects, being the year in which none of the interviewees claimed to have knowledge of the Spikes protocol.

Keywords

students, medical; communication; truth disclosure; teaching.

Referências

1. Lech SS, Destefani AS, Bonamigo EL. Percepção dos médicos sobre comunicação de más notícias ao paciente. Unoesc & Ciência. 2013;4(1):69-78.

2. Nonino A, Magalhães SG, Falcão DP. Treinamento médico para comunicação de más Notícias: revisão da literatura. Rev Bras Educ Med. 2012;36(2):228-33. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022012000400011.

3. Seifart C, Hofmann M, Bär T, Riera Knorrenschild J, Seifart U, Rief W. Breaking bad news-what patients want and what they get: evaluating the Spikes protocol in Germany. Ann Oncol. 2014;25(3):707-11. http://dx.doi.org/10.1093/annonc/mdt582. PMid:24504443.

4. Teike-Lüthi F, Cantin B. Breaking bad news: ‘EPICES’, a French style as a learning method. Rev Med Suisse. 2011;12(277):85-7. PMid:21309184.

5. Baile WF, Buckman R, Lenzi R, Glober G, Beale EA, Kudelka AP. Spikes: a six-step protocol for delivering bad news: application to the patient with cancer. Oncologist. 2000;5(4):302-11. http://dx.doi.org/10.1634/theoncologist.5-4-302. PMid:10964998.

6. Associação Médica Mundial. Declaração de Helsinque da Associação Médica Mundial: princípios éticos para pesquisa médica envolvendo seres humanos [Internet]. 2016 [citado em 2016 abr 14]. Disponível em: http://www.amb.org.br/_arquivos/_downloads/491535001395167888_DoHBrazilianPortugueseVersionRev.pdf

7. Tribunal Internacional de Nuremberg. Código de Nuremberg [Internet]. Nüremberg; 1947 [citado em 2016 abr 14]. Disponível em: http://www.ufrgs.br/bioetica/nuremcod.htm

8. Brasil. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Diretrizes e normas regulamentadoras da pesquisa envolvendo seres humanos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF; 2012.

9. Medeiros NS, Santos TR, Trindade EMV, Almeida KJQ. Avaliação do desenvolvimento de competências afetivas e empáticas do futuro médico. Rev Bras Educ Med. 2013;37(4):515-25. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022013000400007.

10. Jacobsen J, Jackson VA. Communication approach for oncologists: understanding patient coping and communicating about bad news, palliative care, and hospice. J Natl Compr Canc Netw. 2009;7(4):475-80. http://dx.doi.org/10.6004/jnccn.2009.0032. PMid:19406044.

11. Baile WF, Buckman R, Lenzi R, Glober G, Beale EA, Kudelka AP. SPIKES-A six-step protocol for delivering bad news: application to the patient with cancer. Oncologist. 2000;5(4):302-11. http://dx.doi.org/10.1634/theoncologist.5-4-302. PMid:10964998.

12. Lino CA, Augusto KL, Oliveira RAS, Feitosa LB, Caprara A. Uso do protocolo Spikes no ensino de habilidades em transmissão de más notícias. Rev Bras Educ Med. 2011;35(1):52-7. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-55022011000100008.

13. Victorino AB, Nisenbaum EB, Gibello J, Bastos MZN, Andreoli PBA. Como comunicar más notícias: revisão bibliográfica. Rev SBPH. 2007;10(1):53-63.

14. Albuquerque NF. Comunicação de más notícias a pacientes: Conhecimento, experiência, dificuldades e padrões de comportamento de alunos de medicina [dissertação]. Universidade da Beira Interior; 2013.

15. Bonamigo EL, Destefani AS. A dramatização como estratégia de ensino da comunicação de más notícias ao paciente durante a graduação médica. Rev Bioet. 2010;18(3):725-42.

16. Chusing AM, Jones A. Evaluation of a breaking bad news course for medical students. Med Educ. 1995;29(6):430-5. http://dx.doi.org/10.1111/j.1365-2923.1995.tb02867.x. PMid:8594407.

17. Duarte AC, Almeida DV, Popim RC. A morte no cotidiano da graduação: um olhar do aluno de medicina. Interface Comunicacao Saude Educ. 2015;19(55):1207-19. http://dx.doi.org/10.1590/1807-57622014.1093.

5cfa772a0e88257b7858d25c prmjournal Articles
Links & Downloads

PRMJ

Share this page
Page Sections